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| | Religião anti-científica que se propõe a alternativa da razão
Cada um dos "Cinco Elementos" possui um Shen (Hsin Shen), emoção: Madeira Fogo Terra Metal Água
Ciclo Biológico dos Cinco Elementos - Geração A geração de energia implica na produção e promoção da energia. A ordem de geração é: Madeira gera Fogo Fogo gera Terra Terra gera Metal Metal gera Água Água gera Madeira Há dois tipos de relação de geração entre os cinco elementos. A primeira é do elemento que gera (denominado mãe), que tonifica o gerado (denominado filho). A segunda é do elemento gerado (filho) que seca a energia do gerador (mãe). Ciclo Biológico dos Cinco Elemento - Restrição ou Controle A restrição ou controle implica evitar o excesso da energia do controlado. Há dois tipos de relação de restrição ou controle, a primeira é o controlador (dominante ou avô) que restringe a energia do controlado (dominado ou neto), diminuindo a sua energia. A segunda é o controlador (dominante ou avô) que não restringe a energia do controlado (dominado ou neto), aumentando a sua energia. A ordem de dominação ou controle é: Madeira domina Terra Terra domina Água Água domina Fogo Fogo domina Metal Metal domina Madeira
Que religião é essa? Seria muito interessante acrescentar informações do tipo: - O nome dessa religião; - De onde ele é originaria; - Se ela é uma ramificação de outra religião; - Qual(is) País(es) a estão adotando; - E talvez mais detalhes, ou quem sabe um link de uma matéria que contenha estas e mais informações. ócio nada criativo Coisa de quem não tem o que fazer. Seitas anti-hierárquicas Sou ateu, mas apoio qualquer tipo de seita religiosa que não faça a mediação do indivíduo ao divino, que não tenha padres, pastores ou sacerdotes. São as maiores inimigas das grandes instituições religiosas. CHAMA-SE MEDICINA TRADICIONAL (por religião) CHINESA Estas são a base da alegada alternativa científica. Podia ter ido no SITE de referência que saberia. Cópia de informação sem explicaçãos Tudo isso eu já sei, eu estudo medicina tradicional chinesa, tive uma matéria chamada cinco elementos. Agora desejo saber contra o que, especificamente, você é contra. Não ter a capacidade de entender o funcionamento é relativo a quem não se informa, burro ou de quem não faz questão de entender. Deboxar de algo é classico das pessoas sem argumento. Assim como atacar sem explicações devidas. Falar bonito não é sinonimo de que o que seja dito é de fato pertinente. Aconcelho estudar mais sobre o que deseja atacar para não ficar muito no achismo. eu já sabia Escuta só! Vai ouvindo! Pois é isto. Tem que se conhecer o assunto para escrever "Era uma vez um sujeito valente, que teve a idéia de que os homens só se afogavam na água por estarem tomados pela idéia da gravidade. Se tirassem esta idéia da cabeça, digamos, reconhecendo tratar-se de um conceito supersticioso, religioso, eles seriam sublimemente resistentes a qualquer perigo advindo da água. Durante a vida inteira este homem lutou contra a ilusão da gravidade, de cujas conseqüências prejudiciais todas as estatísticas lhe traziam provas novas e múltiplas." (Karl Marx, Ideologia alemã) É a segunda vez que coloco esta referência que acho muito ilustrativa dos tempos modernos, mesmo ela tendo sido escrita há 150 anos, apesar de estarmos em vias de ir pisar em Marte, visto pessoas encarregadas de formar opinião, os jornalistas, ainda não sabem que sobre elas não se pode caminhar e nem desconfiam porquê. Pois no assunto da Mídia na Saúde, na edição da revista SUPERINTERESSANTE de janeiro de 2004, a reportagem de capa da mesma chama para um assunto que a mídia tem tido muita dificuldade de abordar: a comparação da medicina com as práticas que se propõem em serem alternativas ao conhecimento científico. A matéria é assinada por Barba Soalheiro que se encarrega de informar ao leitor qual a diferença entre ambas e se funcionam tais práticas. Uma revista científica prima pela qualidade do seu material, pois perdendo a confiança dos seus leitores é uma sentença de morte para as mesmas, coisa que as revistas de divulgação para o público leigo não têm a mínima preocupação. Começa a matéria citando o pai da medicina: Hipócrates (460-377AC). Aborda a sua grande importância, pois o mesmo separou pela primeira vez na história as origens das doenças das causas “espirituais” e de “forças maléficas” alheias a natureza. Afirmou que as causas das enfermidades eram naturais, passíveis de serem conhecidas e dominadas pela arte. Mas, erroneamente, a articulista atribui isto que a medicina sempre defendeu e buscou no ambiente, as causas das doenças, como sendo trazido pelas práticas alternativas ao conhecimento científico, mas que na verdade elas atribuem as origens ao místico e energias invisíveis. Esta é a ÚNICA contribuição de Hipócrates a medicina científica: demonstrar as causas naturais das doenças e a possíbilidade de se acessar esta informação de forma racional e não mística, como era até então. A medicina é uma só, e é a praticada em todos os locais pelas pessoas que se formaram em medicina, que é uma profissão que se apóia nas ciências básicas, nas ciências médicas e na experiência de anos de pesquisa e práticas. Uma alternativa deve em princípio ter o mesmo efeito, senão um caminho que não nos leve aonde queremos chegar, a cura, não pode se chamar assim. E, neste aspecto, a medicina científica só incorpora alternativas que tenham o mesmo resultado e não teorias místicas que prometem caminhar sobre as águas, mas não têm provas de levar aonde o doente precisa ir. Por isto que as alegações místicas feitas por pessoas que se propõem a ser alternativa a ciência são descartadas de saída, pois quem já caminhou no mar sabe que não tem meios de se caminhar sobre as águas de forma fácil. Erra ao atribuir a uma gama enorme de apregoações uma unidade que não existe nem em base e nem em tradição. São na verdade alguma meras práticas anticientíficas independentes como a homeopatia, a “Medicina” Chinesa, os florais de Back (inventado pelo ex-homeopata Edward Back (1886-1936)), a cromoterapia, a Iridologia, a “medicina” Ayuverdica, “medicina” espiritual, a “medicina” antroposófica, a terapias por cristais, Reike, Radiestesia, todas sem comungarem a mesma base de uma unidade epistemológicas entre si mas que prescindem totalmente do conhecimento de fisiopatologia científica, e as práticas pseudocientíficas como a “medicina” ortomolecular, urinoterapia, quiropraxia, drenagem linfática, terapias de vidas passadas, todas sem uma unidade igualmente mas sendo interpretações errôneas da ciência. O interessante é que estas práticas, chamadas holísticas, que integram a alma ao corpo como uma visão superior defendida pela articulista, descartam toda a necessidade de estudar o corpo material que é acessível à ciência e são praticadas por pessoas sem estes mínimos conhecimentos. Assim, chamar a medicina científica de ocidental ortodoxa ou tradicional demonstra o desconhecimento mínimo que se deveria ter ao abordar um assunto científico, que é o de dominar, pelo menos, o significado das palavras do vernáculo. Neste aspecto, a ciência não é ocidental, pois no China, no Japão e na Índia se mede a temperatura da água, a força da gravidade, e a ação da penicilina se opera da mesma forma na parede celular. Não há diferença alguma pelo hemisfério em que se dão os fenômenos científicos, razão pela qual se consegue pousar um jipe robô no planeta Marte. Ortodoxo significa “relativo a ou conforme com a ortodoxia, que professa os padrões, normas ou dogmas estabelecidos, tradicionais”. Ora, nenhuma prática que neste momento se está fazendo dentro de uma UTI, de um centro de neurocirurgia, no uso de um exame de ressonância magnética, numa terapia genética, tem a ver com crença ou tradição. São ações do que mais moderno existe no campo científico e nenhum remédio é dado por dogma, tradição ou crença no sobrenatural. Mas, no entanto, todas estas práticas médico-científicas estão, sim, baseado nos conceitos de René Descartes (1596-1650), e estes continuam fazendo sentido. O princípio com que se está desvendando o código genético é este, o entendimento da natureza como algo cognoscível e que tem “mecanismos” próprios e não mágicos. Esta é uma idéia básica ensinada na minha época no primário que quem quer falar em ciência não pode errar de forma tão grosseira assim. Ortodoxa só podemos chamar a homeopatia, que se orgulha de ser “clássica” e por se basear em dogmas que a ciência, há duzentos anos, mostra serem falsos. Uma, por não ter uma base racional, só fantástica, e a segunda, pela exaustiva tentativa de mostrar efetividade evidenciou ser puro efeito placebo. Mas Hahnemann, que inventou toda a prática imutável, voltou ao princípio de que as doenças não tinham causas naturais, retornou a idéias pré-hipocráticas (arcaicas em ciência), mas que elas eram devidas às forças espirituais e aos castigos pelos pecados praticados pelo homem. Basta ver que a Associação Médica Americana (AMA), Federação Médica Alemã (Medizinische Verbände und Organisationen), Associação Médica Canadense (CMA), Associação Médica Britânica (BMA) (apesar da insistência da família Real), e a Academia Francesa de Medicina não consideraram a homeopatia uma prática médica. Podemos chamar de ortodoxa, também, a “Medicina” Chinesa que se baseia em uma crença esotérica imutável a 5 000 mil anos e que alega caminhar sobre as águas e não demonstrar ser capaz disto também. A ciência dá as costas para as alternativas? Não. As alternativas que deram as costas à ciência e querem ser reconhecidas como tal sem passarem pelo mesmo crivo dos medicamentos que se usam na UTI, com que tratamos uma neoplasia na quimioterapia, que comprove o mesmo que uma cirurgia de ponte de safena realiza. Afinal, o desenvolvimento enorme em terapias, novos exames, novas técnicas cirúrgicas, o descobrimento de novos tratamentos provam que a mesma busca exaustivamente novas alternativas constantemente. Para uma pessoa com uma boa formação acadêmica, quando ouve alguém apregoando os milagres de um copo de capim lidiquificado, uma dose de urina pela manhã todo o dia, o uso de caldinhos de flores para “energizar” o espírito ou usar gotículas de água ultra-diluída bem sacudidas, de antemão sabe que nem precisa fazer trabalho algum, pois a ciência já demonstrou que se afunda ao tentar caminhar na água, independente da crença que temos nas nossas boas intenções ou na nossa imponderabilidade. Alega-se o uso crescente destas práticas que se propõem alternativas ao conhecimento científico como a mostra de um verdadeiro paradigma. Se as pessoas estivessem sendo bem informadas do que se tratam as coisas, as bases do conhecimento, ensinadas a desenvolver um senso crítico, isto não estaria ocorrendo. Mas a idéia mística está voltando não apenas na medicina, em que é uma conseqüência do comportamento de fim do século. Basta assistirmos o crescimento das religiões e suas guerras e mortes por este motivo, para reconhecermos que o secularismo está em retração e a irracional tem passado a marcar maior presença ao nosso redor. E neste aspecto, a imprensa tem uma responsabilidade fundamental de discutir as coisas em todos os aspectos. Mas esperaríamos, com uma qualidade melhor do que neste exemplo. Teria falta de dinheiro para trabalhos nesta área? As verbas de financiamento no mundo para a ciência sempre são escassas, como o são em todas a áreas. Mas quem vai investir em quem quer provar que se pode caminhar sobre as águas? É lógico que as verbas são destinadas para pesquisas coerentes, ou seja, que tenham algum fundamento científico a sugerir que se possa obter algum resultado. Não há sentido em gastar dinheiro público em teses esdrúxulas. E na esfera privada, o investidor também quer arriscar em algo que, pelo menos, seja plausível. Os trabalhos científicos são raros e não foram feitos em “medicina” alternativa? Na verdade se desperdiçou somas grandes neste aspecto, e o que acontece é que os trabalhos são rejeitados pelos sectários quando demonstram a inutilidade da terapia, alegando que a ciência está atrasada e só no futuro se comprovará. Que eles adivinharam que funciona, e não aceitam as evidências que demonstram o contrário. Além do que, muitos só têm este ganha pão e não podem prescindir dele sem risco de falirem. No entanto, uma coisa que se propõe alternativa a medicina, tem que apresentar o mesmo resultado e não se comparar unicamente ao efeito placebo. Não é a explicação mirabolante que o paciente necessita, mas sim a melhora do seu estado ou cura equivalente ao realizado pela medicina. E neste aspecto é que os trabalhos não autorizam suspeitar de alguma efetividade destas práticas além do mero efeito psicológico. Este último fato que faz com que o médico seja mais objetivo frente ao paciente, pois carece da necessidade de inventar uma história longa e fantasiosa sobre as relações “espirituais” com outras vidas de uma simples amidalite corriqueira que se trata com um simples antibiótico. Não vai criar explicações de energias “misteriosas” para explicar uma apendicite. Nam tratar como elementos a Terra, o Fogo (que é o resultado da combustão e não um elemneto) a Água, etc...Mas isto não quer dizer que ao não perder tempo mistificando, não veja o paciente como um todo. Ciente da enormidade do conhecimento médico atual, que mesmo nas especialidades (mais de 62 no Brasil) se viram obrigadas a se dividirem em sub-especialidades (centenas) devido a tantas as alternativas descobertas, sabem que o colega que assim se especializou pode dar uma solução mais rápida e atualizada quando preciso. Afinal, o texto da SUPERINTERESSANTE não respondeu para o leitor o que são as “duas medicinas” e deixou no ar o que se propôs. Elas funcionam ou não? Mas eu respondo que os enfermos só devem confiar no seu restabelecimento em práticas que não venham a perder mais saúde, tempo desnecessário e dinheiro inutilmente. E nisto, como em qualquer atividade humana, é prudente que se faça onde já tenha havido comprovação do resultado. O resto é especulação. Ninguém voaria num avião de testes inventado por um leigo, mas coloca a sua saúde nas mãos de um curioso. JORNALISMO CIENTÍFICO Os fatos, ora os fatos Daniel Sottomaior (*) http://www.observatoriodaimprensa.com.br/ofjor/ofc130120041.htm Tipico de quem não quer ver. Não há como ter uma discussão saudavel com você visto que está isolado no seu próprio mundo. Não se esqueça que essas energia misteriosas já são medidas e que possuem comprovação de existencia. Já ouviu falar de foto kirling? Que cores são aquelas? campos magnéticos do corpo? não, pois já se provou que os desenhos das fotos diferem das formas dos campos magnéticos do corpo. Já se fez estudo com particulas carregadas e como elas se movem pelo corpo, e simplesmente essas particulas percorreram todos os canais que são usados na acupuntura. Já está provado que acupuntura cura, coisa que ainda não é aceita pela comunidade cientifica quanto a homeopatia. Acho que deve procurar se imformar mais sobre os estudos cientificos que fazem com a acupuntura, certamente iria se surpreender. Já está provado a existencia de matéria em estado sutil, que NÃO pode ser vista, respido NÃO pode ser vista, nem por isso ela não existe. Certamente tudo isso que escrevo e que você possa um dia vir a ler em outros lugares não vai mudar em nada seu pensamento, acho até que pode almentar o fervor com o qual você regeita isso. As coisas misteriosas e mágicas, famulosas e etc que os antigos povos já falavam somente agora a ciência está comessando a descobrir. Um exemplo é o fato de já se achar que o nosso universo é uma bolha entre muitas outras bolhas, declarado a pouco tempo e altamente aceita pela comunidade ciêntifica. Pegue os vedas, uma das escrituras mais antigas do planeta que ainda existe e está disponivel, nele sobre a criação do universo você vai achar uma parte que fala que nosso universo está dentro de uma bolha que saiu de um dos poros de Deus, e que de cada poro sai uma bolha e em cada bolha tem um universo diferente. Lembre-se ainda que os vedas tem cerca de 15 mil anos. Se fechar em uma idéia, pregando conhecimento ciêntifico quando nem você mesmo sabe tudo o que a comunidade ciêntifica aceita hoje em dia como sendo valido é coisa do pior cego que existe, aquele que não quer ver. Então espero que não fique se demorando muito nos seus argumentos, pois quanto a você eu me entrego de joelhos. Mas não pararei de publicar matérias que acho pertinentes. Guarde bem isso, desistir de argumentar não quer dizer desistir do que acredito, é apenas economia de tempo, força mental e bem estar físico, já que como está, daqui não sairá. Certas coisas são perdas de tempo, entre elas convencer do contrário uma pessoa que não quer se quer pensar na nova idéia. De certo uma nova idéia com 5 mil anos. Paz e amor, que você tenha a calma que você precisa para terminar esse bate-boca onde ele está. No mais, te desejo apenas sorte. A intenção é outra. "Não ter a capacidade de entender o funcionamento é relativo a quem não se informa, burro ou de quem não faz questão de entender."
Você achou que eu quero o convencer? Nunca! Eu quero é que as pessoas raciocinem e saibam diferenciar ciência de alegação. Claro que você não tem maior base. Mostrou de cara.
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